Curtir ou desfazer? Aprenda quais são as regras para as promoções postadas nas redes sociais

maio 8th, 2012

Ótima matéria da revista in.

http://www.revistain.com.br/revista/edicao_246/informatica

Com o uso das redes sociais, as empresas passaram a ter a oportunidade de explorar mais uma ferramenta de comunicação com seus clientes e parceiros. Em busca de novidades para manter seus ‘seguidores’ entretidos, elas fazem promoções, principalmente, através do Facebook.
Muitos empresários, sem uma assessoria neste tipo de assunto, acabam não se atentando às regras que o Facebook anuncia em seu Guia de Orientações e cometem algumas falhas.

Regras básicas
A especialista em redes sociais da Mesa de Marketing, Alessandra Sleiman, ressalta que é necessário seguir orientações importantes. “O Facebook não aprova que uma marca ‘force’ uma pessoa a curtir uma página para participar de uma promoção. A mesma deve estar clara que não é vinculada a rede social, ou seja, não é patrocinada ou administrada por ela. A responsável é unicamente a empresa, que deve apresentar regras de participação, método da promoção, data da divulgação do vencedor, etc. Vale lembrar que é proibido trocar “likes” / “curtir” pela participação no concurso. Assim, nenhuma promoção deve usar os recursos do Facebook ou suas funcionalidades como registro ou requisito para a participação”, ensina.

Alessandra destaca que esta é uma maneira do Facebook se proteger de qualquer relação com essas promoções. “O próprio site de relacionamentos divulga em sua página as regras de uso, que normalmente são ignoradas pelos usuários, o que acarreta transtornos, suspensões e até exclusões da página. Entretanto, qualquer usuário de bom senso, ética, boa vontade e que realmente domine o assunto, é capaz de ter uma página de sucesso.

Desconfie de profissionais que lhe oferecem muitos seguidores, ou a prática da ‘obrigação de seguir’ para ter acesso ao conteúdo, pode tratar-se de aventureiros sem ética e responsabilidade, comprometendo assim a imagem da sua empresa”, alega.

Como fazer?
A especialista indica apostar em um concurso cultural, que não seja vinculado a sorteios e sim por uma banca julgadora. “Forçar uma pessoa a curtir a página para participar de uma promoção é antiético e desaprovado pelas regras do Facebook”, argumenta.

Já o consumidor precisa ficar a par das regras da promoção que deseja participar. “Eles devem ler antes da adesão e, se perceberem que aquela empresa não está cumprindo as exigências da rede social, pode denunciar na própria rede. No caso deles, isso funciona muito bem. Também pode procurar seus direitos junto ao Procon, com base no código de defesa do consumidor. E o mais importante, o internauta pode alertar outros usuários a não participar de tal promoção, ou página comentando os motivos”, pontua Alessandra.

Para divulgar os resultados do concurso, o Facebook indica apenas a pos-tagem em seu mural, condenando a prática de notificar os vencedores pelas funcionalidades da rede, como mensagens privadas, chats ou posts nos murais dos usuários. Para não correr o risco de errar, a profissional destaca uma dica valiosa. “Para ingressar nas redes sociais é obrigatório saber as regras de cada uma delas. Em especial do Facebook, que possui muitas particularidades. Um bom exemplo são empresas que deveriam utilizar fan pages e utilizam perfil”, orienta.

Parabéns!!

maio 8th, 2012

Dia do Profissional do Marketing_MesadeMarketing

Novo serviço do Facebook oferece antivírus gratuitamente para os usuários

maio 3rd, 2012

facebook-security-20120426105627

O Facebook anunciou um novo serviço que passa a oferecer gratuitamente software antivírus por meio de um acordo com as principais empresas de segurança. O serviço “Antivírus MarketPlace” tem como objetivo melhorar a proteção dos usuários da rede social e oferece o download gratuito dos software da Microsoft, McAfee, TrendMicro, Sophos e Symantec.
O acordo firmado entre as empresas permite o download dos programas antivírus para os usuários do Facebook e permite o uso gratuito do software por um período de seis meses. Com isto, o Facebook irá reforçar a proteção contra links maliciosos na rede social. Segundo a empresa, menos de 4% dos conteúdos compartilhados é spam. – Info -

O Facebook anunciou um novo serviço que passa a oferecer gratuitamente software antivírus por meio de um acordo com as principais empresas de segurança. O serviço “Antivírus MarketPlace” tem como objetivo melhorar a proteção dos usuários da rede social e oferece o download gratuito dos software da Microsoft, McAfee, TrendMicro, Sophos e Symantec.

O acordo firmado entre as empresas permite o download dos programas antivírus para os usuários do Facebook e permite o uso gratuito do software por um período de seis meses. Com isto, o Facebook irá reforçar a proteção contra links maliciosos na rede social. Segundo a empresa, menos de 4% dos conteúdos compartilhados é spam. – Info -

Como criar conteúdo de qualidade e se destacar nas redes sociais

abril 25th, 2012

Não é novidade para ninguém que a produção de um conteúdo de qualidade tem assumido importante papel dentro das empresas e até mesmo entre os profissionais que trabalham como freelancers. Com um conteúdo de qualidade é possível se destacar dos demais e conseguir uma fatia maior da atenção do seu público, requisito praticamente inexistente hoje em dia. Estamos na era do conteúdo relevante. Mas, o que vem a ser um conteúdo de qualidade?
A resposta é proporcional ao seu público. Dependendo do segmento que você atua, conteúdo de qualidade pode abordar desde as últimas novidades sobre um programa de reality show ou até mesmo as opiniões de diferentes pesquisadores sobre como a física quântica está revolucionando nosso planeta. Lembre-se: o que é lixo para uns é nicho para outros. Saber trabalhar de maneira eficiente com o que o seu público quer é o primeiro passo para se produzir um conteúdo de qualidade, inclusive no Twitter.
Porém alguns fatores, independentemente do assunto, devem ser levados em consideração. Ainda associamos o termo conteúdo com texto, mas ele pode ser um vídeo, áudio, uma ilustração e até mesmo uma animação usando realidade aumentada. O conteúdo tem múltiplos formatos, mas deve primar por uma qualidade ímpar.
Cada meio possui sua singularidade específica. Por exemplo, nós até aturamos um vídeo tremido ou desfocado, como os vídeos postados no YouTube, mas não aceitamos um áudio chiado ou com ruídos. Cada formato traz suas exigências próprias e é preciso saber diferenciá-las para trabalhar de uma maneira produtiva com todas as formas de conteúdo.
No caso específico do texto, principal atuação deste blog, algumas dicas podem auxiliá-lo na hora do desenvolvimento do artigo. Antes de tudo, deve-se ter em mente 5 princípios básicos:
Erro gramatical é diferente de erro de digitação;
Não caia no mito do texto curto;
Ser objetivo é diferente de ser simplório;
Conteúdo exclusivo é diferente de conteúdo inventado;
Você escreve para pessoas e também para robôs.
Isso é o básico, mas extremamente funcional. Se você não tem um domínio mínimo da língua portuguesa, produzir artigos só iria prejudicar a imagem da sua empresa. Já presenciei agências de comunicação listando em suas atividades a produção de conteúdo “relevamte”. Vai contratar esse serviço e arriscar arranhar a imagem da sua empresa ou a sua como profissional?
Um mito que deve ser questionado é quanto ao texto curto e objetivo. Na web há espaço, sim, para textos longos e analíticos. Varia conforme o assunto e o público em questão. Há públicos que não conseguem ler 140 caracteres, porém há segmentos, inclusive entre os mais jovens, que consomem textos de várias laudas. Ser objetivo, tanto no texto longo como no curto, se refere a um artigo com foco e não simplório como alguns fazem.
Ter em mente que são as pessoas que irão ler o seu conteúdo, mas que são os robôs que irão rastreá-lo, é importante na hora do desenvolvimento. Recomendo a leitura do post “Como escrever um artigo corretamente otimizado para SEO”, do colega Paulo Faustino. Produzir um texto nos dias de hoje vai muito além da simples produção de um texto.
Todo esse processo é fundamental na busca por produzir um conteúdo de qualidade. Com esses fatores já em vista pela empresa ou pelo profissional, outros conceitos devem caminhar na pós-produção. Não basta produzir um conteúdo com qualidade; é necessário dizer ao mundo que você está produzindo um conteúdo de qualidade. Anote aí:
Jamais a produção de conteúdo deve ser interrompida;
Busque estipular uma periodicidade;
Comece a linkar internamente e externamente outros artigos;
Sempre revise, corrija e atualize seus artigos;
Acompanhe as visitas e aprenda o que o seu público procura;
Procure trazer novas visões e opiniões.
Nessa pós-produção é importante ter persistência e disciplina, além de criar um conteúdo de qualidade compartilhável, ou seja, direcionado ao seu público, com linguagem adequada e com termos que estimulem o usuário a querer compartilhar aquela opinião, seja contestando ou apoiando. Com o tempo, sua imagem será associada com aqueles conteúdos. Ser referência é o objetivo nessa era digital.

siteNão é novidade para ninguém que a produção de um conteúdo de qualidade tem assumido importante papel dentro das empresas e até mesmo entre os profissionais que trabalham como freelancers. Com um conteúdo de qualidade é possível se destacar dos demais e conseguir uma fatia maior da atenção do seu público, requisito praticamente inexistente hoje em dia. Estamos na era do conteúdo relevante. Mas, o que vem a ser um conteúdo de qualidade?

A resposta é proporcional ao seu público. Dependendo do segmento que você atua, conteúdo de qualidade pode abordar desde as últimas novidades sobre um programa de reality show ou até mesmo as opiniões de diferentes pesquisadores sobre como a física quântica está revolucionando nosso planeta. Lembre-se: o que é lixo para uns é nicho para outros. Saber trabalhar de maneira eficiente com o que o seu público quer é o primeiro passo para se produzir um conteúdo de qualidade, inclusive no Twitter.

Porém alguns fatores, independentemente do assunto, devem ser levados em consideração. Ainda associamos o termo conteúdo com texto, mas ele pode ser um vídeo, áudio, uma ilustração e até mesmo uma animação usando realidade aumentada. O conteúdo tem múltiplos formatos, mas deve primar por uma qualidade ímpar.

Cada meio possui sua singularidade específica. Por exemplo, nós até aturamos um vídeo tremido ou desfocado, como os vídeos postados no YouTube, mas não aceitamos um áudio chiado ou com ruídos. Cada formato traz suas exigências próprias e é preciso saber diferenciá-las para trabalhar de uma maneira produtiva com todas as formas de conteúdo.

No caso específico do texto, principal atuação deste blog, algumas dicas podem auxiliá-lo na hora do desenvolvimento do artigo. Antes de tudo, deve-se ter em mente 5 princípios básicos:

  • Erro gramatical é diferente de erro de digitação;
  • Não caia no mito do texto curto;
  • Ser objetivo é diferente de ser simplório;
  • Conteúdo exclusivo é diferente de conteúdo inventado;
  • Você escreve para pessoas e também para robôs.

Isso é o básico, mas extremamente funcional. Se você não tem um domínio mínimo da língua portuguesa, produzir artigos só iria prejudicar a imagem da sua empresa. Já presenciei agências de comunicação listando em suas atividades a produção de conteúdo “relevamte”. Vai contratar esse serviço e arriscar arranhar a imagem da sua empresa ou a sua como profissional?

Um mito que deve ser questionado é quanto ao texto curto e objetivo. Na web há espaço, sim, para textos longos e analíticos. Varia conforme o assunto e o público em questão. Há públicos que não conseguem ler 140 caracteres, porém há segmentos, inclusive entre os mais jovens, que consomem textos de várias laudas. Ser objetivo, tanto no texto longo como no curto, se refere a um artigo com foco e não simplório como alguns fazem.

Ter em mente que são as pessoas que irão ler o seu conteúdo, mas que são os robôs que irão rastreá-lo, é importante na hora do desenvolvimento. Recomendo a leitura do post “Como escrever um artigo corretamente otimizado para SEO”, do colega Paulo Faustino. Produzir um texto nos dias de hoje vai muito além da simples produção de um texto.

Todo esse processo é fundamental na busca por produzir um conteúdo de qualidade. Com esses fatores já em vista pela empresa ou pelo profissional, outros conceitos devem caminhar na pós-produção. Não basta produzir um conteúdo com qualidade; é necessário dizer ao mundo que você está produzindo um conteúdo de qualidade. Anote aí:

  • Jamais a produção de conteúdo deve ser interrompida;
  • Busque estipular uma periodicidade;
  • Comece a linkar internamente e externamente outros artigos;
  • Sempre revise, corrija e atualize seus artigos;
  • Acompanhe as visitas e aprenda o que o seu público procura;
  • Procure trazer novas visões e opiniões.

Nessa pós-produção é importante ter persistência e disciplina, além de criar um conteúdo de qualidade compartilhável, ou seja, direcionado ao seu público, com linguagem adequada e com termos que estimulem o usuário a querer compartilhar aquela opinião, seja contestando ou apoiando. Com o tempo, sua imagem será associada com aqueles conteúdos. Ser referência é o objetivo nessa era digital. – Blog Mídia 8 -

Converse lança aplicativo de customização no Facebook

abril 23rd, 2012

ConverseA Converse quer incentivar a criatividade dos consumidores e intensificar o relacionamento na internet. Para isso, a marca lança o aplicativo Hands On em sua página no Facebook.

A ferramenta permite aos internautas importarem imagens de um arquivo para criar uma estampa do modelo Chuck Taylor. O aplicativo foi inspirado no Hands On, evento da Converse realizado no Brasil desde 2010 e que neste ano ganha sua terceira edição no festival Abril Pro Rock, em Recife.

No local, a marca montará um espaço dedicado à customização de tênis, cintos bandanas e bottoms para se relacionar com os consumidores. A empresa realiza também uma promoção e levará os autores das 10 estampas mais criativas para o evento, que contará ainda com a presença da designer Maria Ribeiro dando dicas para personalização de acessórios. – Exame -

Facebook supera Google no Brasil como site mais visitado

abril 18th, 2012

US-IT-INTERNET-FACEBOOK-FILESO Facebook superou o Google como site mais visitado no Brasil no último fim de semana, na primeira vez para o período, de acordo com levantamento da empresa de pesquisa de mercado Experian Marketing Services.

A rede social atingiu 10,86% das visitas no sábado e 10,98% no domingo, ante 10,85% e 10,55% de visitas ao site de buscas, respectivamente. O número de visitas registradas pelo Facebook no Brasil cresceu 86,73% nos últimos seis meses, segundo a empresa de pesquisa. Em 19 de dezembro, o Facebook superou a visitação da rede social rival Orkut, controlada pela Google, consolidando a posição a partir de 9 de janeiro, segundo a Experian. – O Globo -

Fotos do Curso de Redes Sociais – Abril 2012

abril 16th, 2012
Fotos do Curso de Redes Sociais - Turma de Abril 2012

Fotos do Curso de Redes Sociais - Turma de Abril 2012

Empresa vende papel higiênico com tuítes

abril 16th, 2012
Uma nova startup americana promete transformar seus tuites em rolos de papel higiênico.
O novo serviço recebe um nome engraçado, para se dizer assim: Shitter (algo como “porcaria”, em tradução livre e politicamente correta).
Para utilizar o serviço, basta acessar o site da empresa e autorizar que ela acesse os conteúdos de seus tuites e checar quem você segue. Segundo a empresa, o Shitter não terá acesso às mensagens diretas (DM) e nem poderá publicar em seu perfil.
Então você deverá escolher quais conteúdos irá “publicar” no papel higiênico, se apenas um tuite ou todos os conteúdos de sua timeline, seus favoritos ou mesmo as publicações de um perfil que é seguido por você no Twitter.
O preço sugerido é de US$ 35 para quatro rolos de papel higiênico (o pagamento é feito por meio do PayPal). O envio para o Brasil está entre as opções, mas deve-se somar a esse valor as taxas e o frete, o que elevaria o custo total a quase US$ 70.
Considerando que cada rolo possui 75 folhinhas de papel, você gastaria cerca de 8,5 centavos de dólar por folha para limpar-se com tuites. Como diz o próprio slogan da empresa: “A rede social nunca foi tão descartável”.

ShitterUma nova startup americana promete transformar seus tuites em rolos de papel higiênico.

O novo serviço recebe um nome engraçado, para se dizer assim: Shitter (algo como “porcaria”, em tradução livre e politicamente correta). Para utilizar o serviço, basta acessar o site da empresa e autorizar que ela acesse os conteúdos de seus tuites e checar quem você segue. Segundo a empresa, o Shitter não terá acesso às mensagens diretas (DM) e nem poderá publicar em seu perfil.

Então você deverá escolher quais conteúdos irá “publicar” no papel higiênico, se apenas um tuite ou todos os conteúdos de sua timeline, seus favoritos ou mesmo as publicações de um perfil que é seguido por você no Twitter.

O preço sugerido é de US$ 35 para quatro rolos de papel higiênico (o pagamento é feito por meio do PayPal). O envio para o Brasil está entre as opções, mas deve-se somar a esse valor as taxas e o frete, o que elevaria o custo total a quase US$ 70. Considerando que cada rolo possui 75 folhinhas de papel, você gastaria cerca de 8,5 centavos de dólar por folha para limpar-se com tuites. Como diz o próprio slogan da empresa: “A rede social nunca foi tão descartável”. – Info -

E agora, crio uma página ou um perfil no Facebook?

abril 11th, 2012

personal-brandJá está bastante claro para os usuários do Facebook que perfis se destinam a pessoas e páginas servem a empresas. Mas ainda hoje vejo dúvidas entre profissionais que têm uma marca forte a zelar em torno de seu nome. São pessoas, mas sua postura é quase de empresa. E agora, crio uma página ou um perfil no Facebook?

Embora seja claramente uma pessoa – um palestrante, autor de livros, consultor, ou todas essas coisas juntas – é também (e muito mais) um nome, uma marca. É opersonal branding em sua expressão mais pura. A interação, portanto, não é exatamente entre amigos, e sim entre alguém que já tem (ou quer alcançar) certo posicionamento no mercado, tornando-se mais conhecido e/ou interagindo melhor com as pessoas que, afinal, resultam no seu ganha-pão (seus leitores, potenciais clientes etc).

O que basicamente determina a escolha é a maneira como se quer interagir nessa rede social. Perfis e páginas, embora semelhantes, oferecem possibilidades diferentes. E aí é que começa a confusão.

A principal dúvida das “pessoas que são marcas” é em relação à “velocidade” em obter fãs.

Motivadas por isso, as pessoas hesitam em criar uma página porque ela é mais “estática”, ou seja, você tem que esperar que os usuários venham a você e cliquem em “curtir”. Acham mais produtivo criar um perfil e agir proativamente, disparando solicitações de amizade.

Não caia em tentação. Se você é sua própria marca, opte por uma página.

Pessoas não querem ser “amigas” de marcas, mas querem revelar do que gostam. Cada “curtir” funciona como um bottom, integra o perfil de gostos e comportamentos dos usuários. E muitas vezes páginas oferecem a seus fãs conteúdos exclusivos – e todo mundo adora um mimo gratuito.

Uma das principais vantagens de ter uma página para o seu personal branding (em vez de um perfil) é que ela aparece melhor posicionada não só no sistema de busca do próprio Facebook mas também no Google.

A página permite – e aí está talvez o diferencial mais importante e útil – criar abas com outros conteúdos: vídeos, fotos, promoções, temas específicos que digam respeito à sua área de atuação.

Por fim, a nova aparência de timeline para páginas voltadas a business, que permite resgatar lá do fundo do baú os conteúdos e organizá-los de forma cronológica, além de ampliar a facilidade de exposição, é mais um trunfo que você pode ter para ficar mais evidente no Facebook. Mas isso já é história para o próximo post… – Exame -

Boa Páscoa!

abril 6th, 2012

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