Archive for the 'celulares' Category

Rádios via internet e celular ganham serviço de Closed Caption

O Closed Caption, serviço de transcrição de textos já bastante usado em canais de televisão, agora pode chegar às rádios. Essa é a idéia do Rádio Texto, que torna possível a leitura de todo o conteúdo oferecido pelas emissoras de rádio pela internet ou celular.
O recurso permitirá que qualquer pessoa, principalmente deficientes auditivos, acompanhe as notícias veiculadas pelas rádios em formato de texto. Outros setores como jurídico, governamental e financeiro também poderão fazer uso do serviço. “Para se ter uma idéia, um digitador com 5 anos de experiência chega a transcrever de 35 a 40 palavras por minuto, enquanto que um estenotipista consegue digitar 200 palavras por minuto”,  explica Wagner Médice, diretor comercial da Steno, empresa que desenvolveu o Rádio Texto.
A ferramenta consegue também transcrever informações transmitidas pelas rádios em inglês e espanhol, permitindo que estrangeiros acessem o conteúdo gerado pelas radio difusoras nacionais, em tempo real. Ainda segundo Médice, já existem operadoras e fabricantes de telefones trabalhando no desenvolvimento de uma interface direta, o que possibilitará a qualquer usuário de celular, mesmo os que não possuem acesso à Internet, receberem as notícias transmitidas pelas rádios.
O executivo afirma que o modelo de negócio para esse serviço ainda não foi definido.  “Temos inúmeros estudos e formatos de negócios, mas ainda estamos considerando as variáveis. As rádios têm interesse em fornecer o conteúdo gratuitamente, pois enxergam a oportunidade de ampliar sua audiência”.

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O Closed Caption, serviço de transcrição de textos já bastante usado em canais de televisão, agora pode chegar às rádios. Essa é a idéia do Rádio Texto, que torna possível a leitura de todo o conteúdo oferecido pelas emissoras de rádio pela internet ou celular.

O recurso permitirá que qualquer pessoa, principalmente deficientes auditivos, acompanhe as notícias veiculadas pelas rádios em formato de texto. Outros setores como jurídico, governamental e financeiro também poderão fazer uso do serviço. “Para se ter uma idéia, um digitador com 5 anos de experiência chega a transcrever de 35 a 40 palavras por minuto, enquanto que um estenotipista consegue digitar 200 palavras por minuto”,  explica Wagner Médice, diretor comercial da Steno, empresa que desenvolveu o Rádio Texto.

A ferramenta consegue também transcrever informações transmitidas pelas rádios em inglês e espanhol, permitindo que estrangeiros acessem o conteúdo gerado pelas radio difusoras nacionais, em tempo real. Ainda segundo Médice, já existem operadoras e fabricantes de telefones trabalhando no desenvolvimento de uma interface direta, o que possibilitará a qualquer usuário de celular, mesmo os que não possuem acesso à Internet, receberem as notícias transmitidas pelas rádios.

O executivo afirma que o modelo de negócio para esse serviço ainda não foi definido.  “Temos inúmeros estudos e formatos de negócios, mas ainda estamos considerando as variáveis. As rádios têm interesse em fornecer o conteúdo gratuitamente, pois enxergam a oportunidade de ampliar sua audiência”.

Fonte: idgnow

Comando de voz será principal modo de operação no Windows Phone 7

Na esperança de conter o sucesso de Google e Apple no mercado de smartphones, a Microsoft prepara um recurso, baseado na computação em nuvem, de reconhecimento de voz e linguagem natural. A ideia é oferecer aos usuários do Windows Phone 7 funcionalidades que nem o iPhone, nem o Android, possuem.
“Nós acreditamos que a fala não é um aplicativo destoante dos outros, mas parte integrante da experiência do usuário”, afirmou Zig Serafin, gerente do setor de comunicação unificada da Microsoft, antes da conferência SpeechTEK deste semana, ocorrida em Nova York.
Para colocar o plano em prática, a gigante dos softwares pretende incluir em seu software para dispositivos móveis o programa Tellme, aplicativo de reconhecimento de voz, que serviria exclusivamente para esta função. A Tellme Networks, empresa desenvolvedora do serviço, foi adquirida pela Microsoft em 2007.
Serafin ainda ironizou seus concorrentes por utilizar ícones como principal meio de interação com o usuário. “Nesse sentido, eles são idênticos ao Windows 3.1”, disse. Para ele, falar com o telefone para controlá-lo é o que há de mais natural. “Quando você usa um aparelho que não tem um bom teclado físico, o reconhecimento da voz passa a ser um complemento essencial para o dispositivo”.
Durante a palestra de demostração do produto, o diretor de marketing da Microsoft, Ilya Bukshteyn, mostrou como o Windows Phone 7 utilizará do recurso para identificar comandos a partir do som. O executivo falou ao telefone “chamar Paul”, o smartphone rebateu com o número de diferentes contatos cujos primeiro nome era esse e, em seguida, Bukshteyn respondeu com o sobrenome da pessoa requisitada. Entendido o recado, a ligação foi encaminhada.
Depois, o diretor também ordenou ao aparelho que um álbum de fotos fosse aberto. A pasta foi acessada e não só as fotografias do próprio usuário foram exibidas, mas também a de amigos que as compartilhavam em redes sociais.
No último exemplo, Bukshteyn pediu uma lista de restaurante chineses próximos a onde estava. A solicitação foi enviada ao mecanismo de busca Bing, que retornou com algumas opções e seus respectivos endereços mostrados em um mapa.
Enquanto o iPhone e o Android desenvolvem seu próprio sistema de reconhecimento de voz, os smartphones da Microsoft serão diferentes em uma série de valores, afirmou Serafin. Primeiro, o recurso poderá ser usado para controlar o dispositivo completamente, não apenas em algumas aplicações. Segundo, a ferramenta será interativa, ou seja, caso um comando dúbio seja dado, o dispositivo pedirá mais detalhes, especificando as possibilidades.
O componente de voz é parte do que Serafin chama de “natural user interface” (interface natural), ou NUI. Os programas desse grupo poderão ser controlados também pelo toque e até por movimento. O executivo, no entanto, deixa claro a prioridade: “O núcleo do NUI é a voz”.
O desenvolvimento ainda está em seus primeiros passos, mas alguns dos serviços mais usuais já estão funcionando corretamente com o recurso no Windows Phone 7, como a busca, as chamadas e a exibição de fotos. Para que o reconhecimento de voz seja ativado, o usuário terá de simplesmente apertar um botão na tela.
Alguns processos serão de responsabilidade do serviço Tellme, outros serão encaminhados pelo próprio telefone, mas, para Bukshteyn, isso não faz muita diferença: “Os usuários não se importarão com isso”, prevê. Serafin, por sua vez, afirma que o Tellme é o maior software de reconhecimento de voz no mercado, atendendo, em um ano, bilhões de clientes corporativos, e que a Microsoft deverá se aproveitar cada vez mais de sua tecnologia.

Ao fim da conferência, outro produto recente da Microsoft também foi utilizado: o Kinnect, do Xbox. Segundo a empresa, a capacidade desse aparelho de identificar gestos e interpretá-los como ações deverá ser usada em outros

serviços.

Windows-Phone-7-Series-06

Na esperança de conter o sucesso de Google e Apple no mercado de smartphones, a Microsoft prepara um recurso, baseado na computação em nuvem, de reconhecimento de voz e linguagem natural. A ideia é oferecer aos usuários do Windows Phone 7 funcionalidades que nem o iPhone, nem o Android, possuem.

“Nós acreditamos que a fala não é um aplicativo destoante dos outros, mas parte integrante da experiência do usuário”, afirmou Zig Serafin, gerente do setor de comunicação unificada da Microsoft, antes da conferência SpeechTEK deste semana, ocorrida em Nova York.

Para colocar o plano em prática, a gigante dos softwares pretende incluir em seu software para dispositivos móveis o programa Tellme, aplicativo de reconhecimento de voz, que serviria exclusivamente para esta função. A Tellme Networks, empresa desenvolvedora do serviço, foi adquirida pela Microsoft em 2007.

Serafin ainda ironizou seus concorrentes por utilizar ícones como principal meio de interação com o usuário. “Nesse sentido, eles são idênticos ao Windows 3.1”, disse. Para ele, falar com o telefone para controlá-lo é o que há de mais natural. “Quando você usa um aparelho que não tem um bom teclado físico, o reconhecimento da voz passa a ser um complemento essencial para o dispositivo”.

Durante a palestra de demostração do produto, o diretor de marketing da Microsoft, Ilya Bukshteyn, mostrou como o Windows Phone 7 utilizará do recurso para identificar comandos a partir do som. O executivo falou ao telefone “chamar Paul”, o smartphone rebateu com o número de diferentes contatos cujos primeiro nome era esse e, em seguida, Bukshteyn respondeu com o sobrenome da pessoa requisitada. Entendido o recado, a ligação foi encaminhada.

Depois, o diretor também ordenou ao aparelho que um álbum de fotos fosse aberto. A pasta foi acessada e não só as fotografias do próprio usuário foram exibidas, mas também a de amigos que as compartilhavam em redes sociais.

No último exemplo, Bukshteyn pediu uma lista de restaurante chineses próximos a onde estava. A solicitação foi enviada ao mecanismo de busca Bing, que retornou com algumas opções e seus respectivos endereços mostrados em um mapa.

Enquanto o iPhone e o Android desenvolvem seu próprio sistema de reconhecimento de voz, os smartphones da Microsoft serão diferentes em uma série de valores, afirmou Serafin. Primeiro, o recurso poderá ser usado para controlar o dispositivo completamente, não apenas em algumas aplicações. Segundo, a ferramenta será interativa, ou seja, caso um comando dúbio seja dado, o dispositivo pedirá mais detalhes, especificando as possibilidades.

O componente de voz é parte do que Serafin chama de “natural user interface” (interface natural), ou NUI. Os programas desse grupo poderão ser controlados também pelo toque e até por movimento. O executivo, no entanto, deixa claro a prioridade: “O núcleo do NUI é a voz”.

O desenvolvimento ainda está em seus primeiros passos, mas alguns dos serviços mais usuais já estão funcionando corretamente com o recurso no Windows Phone 7, como a busca, as chamadas e a exibição de fotos. Para que o reconhecimento de voz seja ativado, o usuário terá de simplesmente apertar um botão na tela.

Alguns processos serão de responsabilidade do serviço Tellme, outros serão encaminhados pelo próprio telefone, mas, para Bukshteyn, isso não faz muita diferença: “Os usuários não se importarão com isso”, prevê. Serafin, por sua vez, afirma que o Tellme é o maior software de reconhecimento de voz no mercado, atendendo, em um ano, bilhões de clientes corporativos, e que a Microsoft deverá se aproveitar cada vez mais de sua tecnologia.

Ao fim da conferência, outro produto recente da Microsoft também foi utilizado: o Kinnect, do Xbox. Segundo a empresa, a capacidade desse aparelho de identificar gestos e interpretá-los como ações deverá ser usada em outros serviços.

Fonte: idgnow

Diga alô para seu novo relógio

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LG Watch Phone  GD 910 é o primeiro celular-relógio do mercado nacional.

Com display de 1,43 polegadas totalmente sensível ao toque, o novo aparelho tem apenas 13,9 mm de espessura e é feito em aço inoxidável e vidro temperado.

O GD 910 é equipado com tecnologia 3G  com  alta velocidade de conexão a internet, HSDPA 7.2 Mpbs. e permite localização de videochamadas por meio de câmera digital localizada na parte frontal do aparelho.

Outro recurso que merece destaque é o “Tex-to-Speech” a partir do qual o celular reproduz a viva voz as mensagens de texto recebidas.

Resistente à água, o aparelho envia, recebe e reproduz músicas, tira fotos, grava vídeos e tem conexão Bluetooth para maior praticidade.

Com o LG Watch Phone é possível fazer ligações por viva voz ou por meio de fone de ouvido sem fio e ainda acionar algumas funções como chamada e calendário por comando de voz.

Abril Digital lança aplicativos para iPhone

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A revista Veja, publicada pela Editora Abril, estreou em 23 de julho, na Apple Store o primeiro aplicativo brasileiro de uma revista adaptado para as características do iPhone 4.

De acordo com os desenvolvedores do aplicativo, as fotos, ícones e vídeos exibidas pelo software são otimizados para explorar a melhor resolução de tela oferecida pelo Retina Display, característica de tela presente no iPhone 4 que não existe nas versões anteriores do gadget da Apple.

Além das notícias produzidas pela equipe de Veja Online, o aplicativo exibe textos de todos os colunistas da publicação semanal e blogs de Veja.

Este é o segundo aplicativo da publicação para iPhone, já que a Veja mantém na Apple Store a solução mobile Comer & Beber. Ambas podem ser baixadas gratuitamente.

E torcedores que gostam de acompanhar lance a lance o Brasileirão têm agora mais uma opção para o Campeonato 2010: o aplicativo da Revista Placar e Abril Digital para iPhone, também lançado no último dia 23.

O aplicativo Brasileirão da Placar oferece a melhor cobertura do Campeonato Brasileiro com toda a experiência da maior revista de Esportes do Brasil. Você acompanha AO VIVO os jogos das série A, todos os resultados das partidas da série A atualizados em tempo real, o sobe-e-desce na classificação das séries A e B, além dos detalhes de todos os jogos das séries A e B.

Problema do iPhone 4 não prejudicará imagem da Apple, dizem especialistas

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A Apple fracassou com sua primeira resposta ao problema de antena do iPhone 4, mas a companhia mudou tudo com sua conferência de imprensa de última hora e a distribuição de cases gratuitos, diz um especialista em comunicação.

“Eu acredito que após um início lento, eles foram muito bem”, afirma o especialista em gerenciamento e entusiasta de tecnologia, Jonathan Bernstein. O CEO da Apple, Steve Jobs, inicialmente mostrou com uma atitude arrogante e de que não se importava, Bernstein diz, mas no final a companhia foi justa e sincera em explicar o que aconteceu de errado com o iPhone 4 e como ele seria consertado.

Desde o lançamento do iPhone 4, em 24/6 nos EUA e mais quatro países, a Apple recebeu reclamações sobre a antena externa do iPhone 4. O telefone perde sinal ou derruba ligações, especialmente em áreas de cobertura fraca, quando um dedo cobre o espaço da antena na parte inferior esquerda do aparelho.

A Apple inicialmente recusou o problema como sendo um “não problema”, aconselhando as pessoas a comprarem um case ou segurar o telefone de forma diferente. Depois a companhia culpou a maneira como as barras de sinal são exibidas, e prometeu uma atualização de software. Finalmente, a empresa convocou uma conferência de imprensa na última sexta-feira, 16/7, na qual Jobs admitiu que o iPhone 4 não é perfeito, alegou que todos os smartphones sofrem com esse problemas, e ofereceu cases gratuitos ou devolução total do valor do telefone.

A  resposta mais recente agradou Bernstein, que disse que com exceção de qualquer outro problema com o iPhone ou outros produtos num futuro próximo, a Apple deve sair desse fiasco com sua reputação intacta. “A melhor defesa contra isso é possuir uma grande parcela de boa vontade já estabelecida. E a Apple tem isso”, explica Bernstein.

Mesmo assim ele diz que a resposta da Apple não foi perfeita. Jobs não fez o bastante para assegurar os clientes sobre a qualidade do produto. Bernstein usou sua esposa como um exemplo de como as pessoas ainda estão preocupadas; ela recentemente foi até uma Apple Store para fazer perguntas sobre a antena do iPhone 4, sendo que há um tempo ela não teria hesitado em comprar o telefone. Uma pesquisa recente da IDC descobriu que 66% das pessoas que possuem modelos mais antigos de iPhone estão esperando para fazer um upgrade, e 25% de novos compradores estão agora adiando suas compras.

Bernstein também não gostou muito de como a Apple culpou outras fabricantes de telefones por ter problemas de antena. “Acusar outras pessoas nunca é uma primeira linha de defesa a não ser que estas pessoas tenham deliberadamente e diretamente te causado dano”, ele diz.

Jim Luckaszewski, outro especialista em crises em comunicação e autor de seis livros sobre relações públicas, concorda com a afirmação de Jobs de que o problema de antena do iPhone 4 tomou proporções maiores do que deveria. “Eu não conheço ninguém que está preocupado com isso”, ele diz. “Meus filhos são os caras que esperaram na fila desde as três da madrugada para comprar esse aparelho, e eles nem ligaram para toda essa cobertura do assunto.”

Lukaszewski disse que produtos imperfeitos são apenas a natureza do mercado de tecnologia, e que a Apple corrigiu o problema da melhor maneira que podia ao agir. “Essa companhia é realmente um modelo em como lidar com esses tipos de problemas, porque eles fazem o que devem fazer o mais rápido que podem”, afirma.

Bernstein disse que a Apple é analisada com mais rigor em razão das expectativas que as pessoas têm em relação aos produtos da companhia. A mancha de óleo (nos EUA) não foi surpreendente, ele diz, mas todos ficaram chocados ao saber da falha do mais novo iPhone.

“Quanto maior eles são, maior é a queda”, diz Bernstein.

Fonte: MacWorld